ESG: por que a sigla se tornou estratégica para o Jardim Atlântico?


Meio ambiente, social e governança. É assim que se traduz do inglês a sigla ESG (Environmental, social and Governance). Essas três letras praticamente substituíram a palavra sustentabilidade em nosso resort. Mas, afinal, do que se trata esse novo conceito?

A pandemia da Covid-19 acirrou o interesse das pessoas em temas em como os impactos da mudança climática, reciclagem de resíduos, redução de uso de plásticos e gerou maior sentimento de responsabilidade social.


Essa mudança nos valores e nas expectativas dos hóspedes nos incentivou ainda mais a priorizar os investimentos que seguissem os princípios ESG e colocá-lo como um componente fundamental em todas as decisões estratégicas do nosso resort. Mesmo que a atividade turística tenha sido a atividade mais afetada durante os últimos meses de pandemia e a expectativa agora seja de retomada de crescimento, as discussões e o foco não podem se limitar apenas a "quando", "quanto" e um "simples" "como", pois, agora, esse caminho precisa ser trilhado de uma maneira sustentável.


Em 2019, por exemplo, um relatório da "Urban Land Institute Hotel Sustainability" mostrou que, entre todos os ativos comerciais, os hotéis fazem parte de um segmento com um dos maiores consumos por metro quadrado de eletricidade e água. Em relação à produção de gás carbônico, os hotéis também estão entre os produtos que apresentam os maiores índices de emissão.


Para reduzir essas taxas, acreditamos que podem ser adotados procedimentos simples. Um bom exemplo é possibilitar que os hóspedes solicitem que não se troque as toalhas e as roupas de cama todos os dias de sua hospedagem ou desligar a luz e o ar-condicionado das áreas que não estejam em uso.

Investimentos maiores em tecnologia e automação também contribuirão significativamente na rotina em nos tornarmos ainda mais sustentáveis. Sensores de presença e movimento nos apartamentos, luzes de LED ou sistemas de gerenciamento e automação dos equipamentos do edifício são saídas tecnológicas em busca de eficiência e sustentabilidade.

Também aprimoraremos os sistemas de reuso de energia, como reaproveitamento de água e captação de água das chuvas, painéis de captação de energia solar, uso de materiais recicláveis, adequada reciclagem e redução do volume do lixo. No aspecto social, fazemos parte do setor de serviços e, como tal, temos a responsabilidade de oferecer a melhor experiência possível, não apenas para nossos hóspedes mas também para todos os nossos funcionários, sendo tratados com o mesmo respeito e dignidade recebidos pelos visitantes.


Reconhecimento, condições de trabalho adequadas e treinamentos para qualificar o nosso time continuarão a estar no foco das nossas atenções para todas as posições e níveis hierárquicos.


Assim, o S do ESG, do Social, em conjunto com a governança, e, não menos importante que as questões ambientais ganham uma importância ainda maior, afinal, quando uma empresa foca em melhorar a relação com as pessoas, as questões sociais são imediatamente impactadas e os recursos conseguem ser implementados da melhor forma possível.


Para Leila Borges, nossa Gerente Geral, a decisão de tornar o ESG como parte relevante na tomada de decisões estratégicas do Jardim Atlântico é de grande importância para a empresa e para todas as pessoas que são impactadas por todas as ações, afirmando ainda que implantar um conceito de ESG no resort com a consultoria da Simbiose é, além de garantir o uso inteligente dos recursos, estaremos construindo um verdadeiro legado para o mundo.

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